Jacqueline Joner
(Santa Rosa/RS, 1953)

Jacqueline Joner é jornalista, mãe de Pedro e Camila, trabalha com fotografia desde o início dos anos 70. Sua especificidade: o RETRATO.  Foi editora de fotografia do Diário do Sul (1986 a 1989) e da Coojornal – Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre (1076-1979) e sócia fundadora da agência de fotografia Ponto de Vista (1979).  Criou seu estúdio, o Atelier de Photographia (1989),
Entre suas exposições, destacam-se Aleluia (2008), Acaso (2002), A Cor da Impermanência  (1998), Os Colonos (1996), Retratos de Casamento (1990), Brilho Fugaz (1987) e O Funeral de Olinto Soiteira (1983), além de “Santa Soja”, primeiro livro de fotografia editado no RGS.
Jacqueline faz parte da Coleção de Fotografia Brasileira do Masp (Coleção Masp Pirelli), Museu de Arte do Rio Grande do Sul, no Museu da Imagem do Som (SP), da Funarte (SP), da Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba e  expôs nas principais capitais, mas sua obra não é reconhecida apenas no Brasil. Já participou de mostras em países como México, França, Nicarágua, Itália, Argentina, Rússia, Suíça e Portugal. Na Encyclopédie Internationale des Photographes de 1839 à nous jour (Editions Camera Obscura), há um verbete sobre Jacqueline. Sua produção também foi tema de um artigo assinado por Mark Simon na revista Photo Distric News (PDN), de New York e mostrada também em editorial na revista espanhola Digital Foto.
Em 1996, passou a integrar a Coleção de Fotografia Brasileira Masp/Pirelli, do Museu de Arte de São Paulo. Durante os anos de 2001 à 2003 foi professora de Fotografia e Fotojornalismo na Pontifícia Universidade Católica do RGS. De 2003 a julho de 2008 foi professora nas graduações de Realização Áudio Visual e Jornalismo na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos.  Atualmente, cursa a Pós-Graduação da Feevale em Poéticas Visuais - Desenho, Pintura e Processos Híbridos.